Manejo da fertilidade do solo – cana-de-açúcar

O manejo da fertilidade do solo, envolvendo correção da acidez e adubação, é um fator determinante da produtividade das culturas. Entretanto, o emprego de fertilizantes e corretivos deve ser criterioso e equilibrado, considerando que o uso do solo deve ser feito de forma a manter sua fertilidade em equilíbrio com o meio ambiente.

A cana-de-açúcar apresenta sistema radicular diferenciado de outras culturas, uma vez que, não havendo impedimentos físicos ou químicos, atinge camadas profundas do solo. Facilitar o crescimento das raízes em profundidade contribui para o aumento da produtividade da cultura, já que aumenta o volume de solo explorado para a retirada de água e nutrientes.

O uso de corretivos é fundamental para a melhoria da fertilidade do solo e dos ambientes de produção para a cana-de-açúcar. Considera-se como práticas corretivas o uso do calcário para corrigir a acidez, o uso do gesso para diminuir a atividade do alumínio e acrescentar cálcio em profundidade, e a fosfatagem, que adiciona fósforo em área total para aumentar o teor de fósforo em solos muito pobres deste elemento.

A correção da acidez do solo tem efeitos diretos e indiretos sobre as plantas, alterando características do solo, como:

  • a neutralização do alumínio e do  manganês, que podem ser tóxicos para as plantas;
  • a elevação das concentrações de cálcio e magnésio;
  • a elevação do pH;
  • o aumento na disponibilidade de uma série de elementos, como o fósforo, por exemplo.

Efeitos indiretos dizem respeito ao aumento do sistema radicular das plantas em função da melhoria da fertilidade e do aumento do cálcio, maior produtividade em função da maior disponibilidade de nutrientes, melhoria nas características físicas e biológicas do solo.

Para a cana-de-açúcar, a calagem tem possibilitado uma maior longevidade do canavial (em geral um corte a mais do que seria possível sem a calagem). A adubação da cultura visa adicionar os nutrientes necessários em quantidades suficientes para garantir a máxima produtividade econômica. É importante subtrair no cálculo dos nutrientes necessários as quantias que serão fornecidas pelo solo, de acordo com a relação abaixo:

Adubação = ( nutriente requerido pela planta – nutriente fornecido pelo solo ). F

F é o fator de aproveitamento do fertilizante, que corrige as perdas sofridas nos processos existentes entre a aplicação e a absorção do nutriente pelas plantas.

O primeiro passo no planejamento da adubação é saber quais nutrientes são necessários para o bom desenvolvimento da cana-de-açúcar. Os elementos químicos encontrados em maiores concentrações são o carbono, o hidrogênio e o oxigênio, sendo que estes elementos são adquiridos do ar e da água, pelos processos de fotossíntese.

Os minerais obtidos do solo em maior quantidade (gramas por quilo de matéria vegetal produzida) em qualquer cultura agrícola são chamados de macronutrientes, divididos em:

Primários ou nobres: Nitrogênio (N), Fosfóro (P) e Potássio (K).

Secundários: Cálcio (Ca), Magnésio (Mg) e Enxofre (S).

Os nutrientes minerais exigidos em menores quantidades (miligramas ou microgramas por quilo de matéria vegetal produzida) são os micronutrientes:

Boro (B), Cloro (Cl), Cobre (Cu), Ferro (Fe), Manganês (Mn), Molibdênio (Mo), Níquel (Ni) e Zinco (Z).

A época da adubação é muito importante para o aproveitamento do fertilizante, levando-se em consideração o estágio da cultura, o comportamento do elemento no solo e a idade do canavial (cana-planta e cana-soca).

Os fertilizantes e corretivos podem ser classificados como os insumos de maior importância para a produção de cana-de-açúcar, devido à capacidade que estes têm de influenciar a produtividade da cultura.

Na adubação mineral com NPK, em geral, o nitrogênio é o nutriente que as plantas necessitam em maior quantidade. Entretanto, na cultura da cana-de-açúcar, o potássio é requerido em quantidades maiores do que o nitrogênio, elemento que faz parte de muitos compostos, sobretudo das proteínas, e é constituinte da clorofila, ácidos orgânicos e hormônios vegetais. O canavial bem nutrido em nitrogênio apresenta-se verde e exuberante, uma vez que este nutriente estimula a brotação, o enraizamento e o desenvolvimento de perfilhos.

A resposta na produtividade da cana-planta devido à aplicação de nitrogênio é pequena, mas, mesmo assim, são utilizadas entre 30 e 60 quilos de nitrogênio por hectare. Já nas soqueiras, a produtividade é altamente influenciada pela aplicação do nitrogênio, sendo comum a utilização de 80 a 150 quilos por hectare, dependendo do ambiente de produção, da variedade e da idade do canavial.

O fósforo, por sua vez, é o nutriente que as plantas requerem em menor quantidade. Apesar disso, é um dos elementos aplicados em maiores quantidades nos solos brasileiros, devido à sua baixa disponibilidade natural e grande afinidade da fração mineral do solo por este elemento, o que se torna um dos fatores mais limitantes da produção em solos tropicais. Com isso, a adubação fosfatada é imprescindível para a otimização da produção de diversas culturas, inclusive a cana.

A adubação fosfatada para a cana-de-açúcar é amplamente reconhecida como uma prática eficaz para elevar a produtividade dos canaviais, principalmente nos solos brasileiros, que são, em geral, pobres em fósforo.

O fósforo faz parte das moléculas de ATP e ADP, participando, portanto, de todos os processos metabólicos que utilizam energia. O elemento também é constituinte de fosfolipídeos e moléculas de DNA e RNA, participando dos processos de divisão celular e transmissão dos caracteres genéticos. Embora o elemento seja um dos macronutrientes menos exigidos pela cana-de-açúcar, as dosagens utilizadas estão entre 100 e 150 quilos de P2O5 por hectare, sendo que, geralmente, o fósforo é aplicado uma única vez, no sulco de plantio. Essa dose de fósforo satisfaz, portanto, a necessidade da cultura por cinco anos.

O potássio estimula a vegetação e o perfilhamento; aumenta o teor de carboidratos, óleos, lipídeos e proteínas; promove o armazenamento de açúcar e amido; ajuda na fixação do nitrogênio; regula a utilização da água e aumenta a resistência à seca, geada e moléstias.

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Como alcançar uma boa frutificação da lavoura cafeeira

São três os fatores que interferem na floração e consequentemente frutificação da lavoura cafeeira. A primeira esta ligada à planta, à variedade e linhagem do café, bem como a sua genética, número de plantas por área e manejo das mesmas (poda, altura das plantas); o segundo ao ambiente, especialmente ao clima, temperatura, solo e suprimento da água e , por último, o manejo da lavoura em si, envolvendo os diferentes tratos culturais, conhecimento dos nutrientes, proteção das plantas contra pragas e doenças, das ervas daninhas, entre outros.

Interligados, esses fatores influenciam diretamente também na produtividade da lavoura, atrasando-a ou elevando-a.

As medidas a serem adotadas no cafeeiro tem que ser de forma preventiva, de preferencia nos anos anteriores, em relação aos tratos culturais. Isso por que o ano agrícola reflete muito do que foi feito antes. Se o produtor tem a intenção de produzir bem em 2013, suas atitudes devem mudar antes mesmo de 2012, quando a frutificação já estará praticamente formada .O ideal seria ter começado em 2010 ou 2011,mas, se isso não tiver sido feito, recomendamos manter os tratos, suprimento de água, pulverizações e principalmente a nutrição para que a planta cresça bem e encha os frutos que já estão no pé.

O período mais crítico é a frutificação, quando a planta exige o máximo de nutrição, envolvendo 80 e 60 dias pós-floração, que é quando ocorre o endurecimento do fruto, ou seja o carreamento das reservas da folha para formar o grão.” Tudo de melhor para o cafeeiro deve ser feito neste momento”.

Quando a lavoura florescer, se alguns frutos caírem ao chão significa que há falta de reserva na planta. “Se a metade das flores se transformar em fruto, terá uma excelente produção”.

“Cuide de seu cafezal no tempo certo, e os frutos virão a contento”.

Estas imagens são da fazenda Paraisinho de Espirito Santo do Pinhal , interior de São Paulo na data de 03/02/2012, lavoura conduzida com o Manejo da Agro Oceânica e estaremos postando aqui neste blog informações e imagens deste mesmo cafezal.

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Cana tratada com Amino Peixe aos 90 dias

Segue fotos do plantio de cana-de-açúcar  aos 90 dias na propriedade do Sr. Diego cidade de Araras/SP.

Fique ligado!

Para acompanhar os resultados, sempre estaremos postando informações.

Sseja você também um produtor de sucesso utilizando nossos produtos.

 

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Recomendação para macaxeira e melância

Sr. Marcos da cidade de Garanhus- Pe , utiliza nossos produtos no cultivo de melancia e de macaxeira. A melancia esta na fase inicial, mas  já dá para notar a diferença no desenvolvimento das plantas.

Tenha sucesso você também em seu cultivo, utilize Amino Peixe!!

NOSSA RECOMENDAÇÃO PARA MANDIOCA-MACAXEIRA-AIPIM

Implantação

Produto

Dosagem

Aplicação

Amino Peixe Raízes 20 L/ha De preferência incorporar ao solo 20 dias antes do plantio. Poderá ser aplicado diretamente no sulco de plantio, neste caso diluir 500 ml/20 litros de água e pulverizar o sulco.
Amino Peixe Raízes Solução de 2% Fazer banho de imersão nas manivas – ramas momentos antes do plantio e deixar de molho por 30 minutos.
Fert+Mineral K – Potássio 200 ml/100 L de água Aplicar mensalmente até a colheita.

NOSSA RECOMENDAÇÃO PARA MELANCIA

Implantação
Produto Dosagem Aplicação
Amino Peixe Raízes 10 L/ha Incorporar ao solo de preferência 20 dias antes do plantio. Poderá ser aplicado diretamente na cova de plantio, neste caso diluir 500 ml/20 litros de água e colocar 80 ml/cova.
Amino Peixe Natural 2 ml/ por litro de água Aplicar semanalmente após transplante até pouco antes do florescimento.
Fert+Mineral k-Potássio 2 ml/ por litro de água Aplicar semanalmente pouco antes do florescimento até o final do ciclo da cultura.


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Oferta do mês

Obs. Oferta disponível até 29/02/2012, disponível apenas para compras efetuadas por telefone ou por e-mail, esta oferta não é acumulativa com outras promoções, e também não esta disponível para revendas, representantes e distribuidores.

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Manejo do Pimentão com Amino Peixe

Marinalva Garcia do Sítio Atuau da cidade de Elias Fausto/SP, conta á Agro Oceânica os benefícios que a Linha Amino Peixe proporcionam as suas plantas e frutos:

  • Frutos mais saudáveis e saborosos;
  • Durabilidade pós- colheita;
  • Sanidade e vigor das plantas;
  • Maior tempo de colheita, dentre muitos outros benefícios que o produto lhe traz.

Não deixe de conferir para poder observar os benefícios que a Linha Amino Peixe trouxe a eles e também pode trazer a você!

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Cana tratada com Amino Peixe aos 56 dias

Segue fotos do plantio de cana-de-açúcar  aos 56 dias na propriedade do Sr. Diego cidade de Araras/SP

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Para acompanhar os resultados, sempre estaremos postando informações.

Sseja você também um produtor de sucesso utilizando nossos produtos.

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Cana tratada com Amino Peixe aos 42 dias

Segue fotos do plantio de cana-de-açúcar  aos 42 dias na propriedade do Sr. Diego cidade de Araras/SP

Fique ligado!

Para acompanhar os resultados, sempre estaremos postando informações.

Sseja você também um produtor de sucesso utilizando nossos produtos.

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Cultivo de Tomate

Fotos do cultivo de tomate variedade Ivete no município de São João Del Rei/MG

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Plantio de Cana-de-açúcar

Segue fotos do plantio de cana-de-açúcar na propriedade do Sr. Diego cidade de Araras/SP, ele utilizou solução de 2% de Amino Peixe Raízes no banho de imersão dos toletes, e 10 litros de Amino Peixe Raízes por hectare no sulco de plantio.

Fique ligado!

Para acompanhar os resultados, sempre estaremos postando informações.

Sseja você também um produtor de sucesso utilizando nossos produtos.

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